DIA 10 e 11 de JUNHO QUARTA ETAPA ESTRADA REAL CAMINHO DOS DIAMANTES

Posted by Joao Aquino - 10 de maio de 2017 - CICLOVIAGENS - No Comments

 

DIA 10 e 11 de JUNHO QUARTA ETAPA ESTRADA REAL CAMINHO DOS DIAMANTES

PARTICIPANTES

  1. JOAO
  2. ADRIANO
  3. ALEXANDRE
  4. ALOISIO
  5. CARLOS
  6. CRISTIANO
  7. ELZA
  8. FERNANDA
  9. LAURA
  10. LUCAS
  11. NAYARA
  12. MAURICIO
  13. PEDRO
  14. SERGIO
  15. SIMONE
  16. STEPHAN
  17. TATA
  18. TULIO

 

PERCURSO

Ipoema / Bom Jesus do Amparo  13KM

Caminho dos Diamantes
Em geral, o turista encontrará uma estrada asfaltada plana em boas condições e com a presença de leves descidas e subidas. Devido a baixa vegetação circundante, há pouca sombra, garantindo uma vista melhor das bonitas paisagens, principalmente àquelas ligadas a Serra do Caraça. Um ponto que chama a atenção é no marco 409, onde é possível avistar a Fazenda Colonial Cabo de Agosto, na qual já era citada por Saint-Hilaire , botânico e naturalista do século XIX, em seus relatos de viagem.   O curto trecho termina na cidade de Bom Jesus do Amparo, na qual, uns dos principais atrativos é a Igreja da Matriz, construída em estilo colonial, que possui a única estatua do Brasil de Jesus cristo quando criança.

Bom Jesus do Amparo / Cocais   25KM

Caminho dos Diamantes
A estrada inicia-se asfaltada, porém, após o marco 417, o caminho passa a ser predominantemente de terra com muito cascalho e algumas valas, mas como um todo, o percurso está em boas condições, sendo boa parte praticada em terreno plano.   A paisagem marcante deste caminho são principalmente as plantações de café, que embelezam a paisagem com suas grandes extensões e que, em alguns trechos, abrem espaço para florestas de eucalipto, mesclando as paisagens e tornando o caminho realmente belo e agradável.   Neste trecho o auxílio à planilha é de suma importância, já que, principalmente nas florestas de eucalipto, onde a abertura de novas estradas é muito freqüente, o perigo de se perder pode ser maior. A planilha é fundamental, também, no cruzamento da BR 381 e no trevo na saída de Bom Jesus do Amparo, pontos de difícil entendimento.   O trecho termina no vilarejo de Cocais, que apresenta infra-estrutura turística boa. Cocais foi fundado em meados do século XVIII a partir da vinda de bandeirantes na busca pelo ouro, conservando, nos dias de hoje, traços da época de esplendor deste metal, como seus casarões e igrejas, sendo uma delas construída totalmente em pedras, datada de 1769. Outro ponto forte são as cachoeiras que se encontram na região.   Atenção!! Devido aos trechos dentro da área do eucaliptal, algumas ruas são abertas e ou fechadas, por isso prestar muita atenção na planilha.

Cocais / Barão de Cocais   14KM

Caminho dos Diamantes
Com apenas 14,25 km, o trecho entre Cocais e Barão de Cocais requer bastante atenção por se tratar de um caminho repleto de entraves como mata burros em descidas, diferentes estradas e cruzamentos, além de, em épocas de chuva, solos escorregadios.   Entretanto, é um trecho de rara beleza, percorrido durante quase todo tempo dentro de uma floresta de eucaliptos, formando uma paisagem sombria em algumas épocas do ano. Outro ponto interessante é o Sitio Arqueologico da Pedra Pintada, com pinutras de mais de 6 mil anos, além de oferecer ao visitante uma vista panorâmica magnífica, atingindo várias cidades em seu raio de visão.   No marco 451 encontra-se o Sítio Arqueológico da Pedra Pintada que merece ser visto, lá encontram-se pinturas rupestres de 6.000 anos atrás, além de uma paisagem deslumbrante, onde é possível avistar algumas cidades.   O trecho termina na cidade de Barão de Cocais,que apresenta infra-estrutura turística. Barão de Cocais foi fundada no século XVIII, mantendo como ponto de atratividade suas belas cachoeiras, além das ruínas do Congo Soco, uma antiga mina adquirida pelos ingleses no século XIX e que acabou se transformando em uma vila britânica, possuído hospital, capela e cemitério particular. O conjunto das ruínas de Congo Soco é tombado pelo Instituto Estadual de Patrimônio Histórico e Artístico (IPHAN) desde 1995.

Barão de Cocais / Santa Bárbara  14KM

Caminho dos Diamantes
A estrada está em boas condições e no decorrer do caminho a mata é predominantemente fechada, possibilitando bastante sombra.   O trecho termina na cidade de Santa Bárbara, erguida nas margens do ribeirão de Santa Bárbara em 1704, sendo uma das mais antigas cidades mineiras, tendo seu apogeu durante o ciclo do ouro e que, após o declínio das minas, passou a ser importante entreposto de abastecimento, de onde partiam cerca de 600 tropas de mulas por dia. A cidade conta com igrejas centenárias, como a Matriz de Santo Antônio, Nossa Senhora das Mercês e a Igreja do Rosário, além dos seus belos e imponentes casarões coloniais, compondo a infra-estrutura turística completa de Santa Bárbara.

Santa Bárbara / Catas Altas 20KM

Caminho dos Diamantes
Tratando-se de um trecho relativamente plano, o caminho entre Santa Bárbara e Catas Altas oferece muitas opções e curiosidades ao turista que deve sempre estar atento para não se perder, pois há muitos desvios.   Para veículos 4×4 o caminho, logo no início, apresenta um pequeno contratempo, uma trilha de 3 km impossibilita a passagem, porém, pode ser contornada através de um desvio, em estrada de terra, em seu princípio.   A paisagem do percurso se revela muito bonita, sendo que, em alguns trechos, a vista da Serra do Caraça, ao fundo, é a beleza mais característica. Em determinado local o viajante terá que passar por dentro de uma fazenda, terminando o percurso debaixo de um túnel da linha férrea, e que, logo depois, deverá ser continuado seguindo os trilhos.   No marco 505 é obrigatória uma parada para apreciar o Bicame de Pedra, que é um aqueduto construído pelos escravos em 1792, de 4 metros de altura, onde suas pedras foram postas sob pressão, sem qualquer tipo de concreto, sobre o qual corria água para abastecer as antigas fazendas da região.   O trecho chega ao fim na cidade de Catas Altas, que foi fundada em 1703, a partir da vinda de bandeirantes em busca do ouro e pedras preciosas. Com o esgotamento das minas a cidade viu a sua economia entrar em decadência, até o naturalista Sainte Hilaire sugerir a substituição da exploração do ouro por ferro, que é abundante na região, reerguendo o status local. A cidade abriga um dos mais harmoniosos conjuntos arquitetura colonial mineira, integrado por igrejas e casarões complementados, ao fundo, pela magnífica Serra do Caraça. Catas Altas oferece infra-estrutura turística.
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